Quando a notícia é um conflito do outro lado do planeta, é comum pensar que o impacto fica restrito aos mapas e às manchetes. Mas, no caso da atual tensão envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o efeito tende a atravessar fronteiras e chegar ao cotidiano, principalmente pelo caminho da energia e do transporte. Quem explica é Ricardo Ghizi Corniglion, professor de Geopolítica da PUC Minas e coordenador do curso de Administração da universidade. Para ele, trata-se de um conflito com forte potencial inflacionário, capaz de encarecer combustíveis, fretes, seguros e, em cadeia, diversos produtos do dia a dia.
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